22.14.07.3.6 - CENTAUROS: Na mitologia grega, os centauros (em grego Κένταυρος Kentauros, «matador de touros», «sem fortes», plural Κένταυρι Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) são uma raça de seres com o torso e cabeça de humano e o corpo de cavalo. Viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias. Uma, os filhos de Ixiom e Nefele, a nuvem de chuva, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Ixiom e Nefele) e algumas éguas magnésias, ou de Apolo e Hebe. Conta-se que Ixiom planejava manter relaçôes sexuais com Hera, mas Zeus, o seu marido, evitou-o moldeando uma nuvem com a forma de Hera. Posto que Ixiom é normalmente considerado o ancestral dos centauros, pode se fazer referência a eles poeticamente como Ixiónidas. Outra, os filhos de Filira e Cronos, dentre os quais o mais célebre era Quirão, amigo de Héracles, representavam, ao contrário, a força aliada à bondade, a serviço dos bons combates. Os centauros são muito conhecidos pela luta que mantiveram com os lapitas, provocada pelo seu intento de raptar Hipodamia no dia da sua boda com Piritoo, rei dos lapitas e também filho de Ixiom. A discussão entre estes primos é uma metáfora do conflito entre os baixos instintos e o comportamento civilizado na humanidade. Teseu, um herói e fundador de cidades que estava presente, inclinou a balança do lado da ordem correcta das coisas, e ajudou Piritoo. Os centauros fugiram. (Plutarco, Teseo, 30; Ovidio, As metamorfoses xii. 210; Diodoro Siculo iv. 69, 70.) Cenas da batalha entre os lapitas e os centauros foram esculpidas em baixorrelevos no friso do Partenão, que estava dedicado à deusa da sabedoria Atena. O centauro aparece na iconografia cristã como uma besta infernal, tentadora de donzelas. Às vezes aparece baixo a forma de onocentauro, mistura de homem e burro com exagerados atributos sexuais. Fonte: Wikipedia HISTÓRIA: Compilado Por Ana Lucia Santana ![]() Os centauros eram seres fantásticos, meio homens, meio cavalos, que habitavam as regiões próximas às montanhas e às florestas. Eles reuniam em si as características racionais dos seres humanos e as paixões inferiores, mas também alguns valores importantes dos cavalos, do ponto de vista da mitologia grega. Dizem as lendas que seu ancestral era Ixion, soberano dos lápitas, que viviam nas redondezas dos montes Pélion e Ossa, na Tessália. Eles eram socializados, mas eventualmente revelavam-se indomáveis e muito violentos. Ixion, o primeiro homem a liquidar um familiar, pertencia à linhagem de Peneu, o deus-rio, mas também podia ser integrante de outro ramo genealógico, o de Sísifo, de acordo com outra tradição cultural. Conta-se que Ixion foi condenado por crimes terríveis e perdoado por Zeus em um momento de extremo bom-humor. Acolhido no reino dos deuses, o criminoso revelou sua mais completa ingratidão ao cortejar Hera, esposa de seu benfeitor. Ainda em seus melhores momentos, o deus dos deuses gera uma nuvem com o formato da deusa, confere-lhe a existência e se distrai vendo seu rival desonrar a falsa Hera. Mas Ixion vai além e se orgulha diante de todos por ter alcançado seus objetivos escusos com a companheira de Zeus. É quando o condescendente deus esgota sua capacidade de tolerância e atira o infeliz no Hades – o qual corresponde ao inferno na visão mitológica -, fixo em uma roda que para sempre arderia em chamas. Desta ligação entre Ixion e a suposta Hera foi concebido um ser misto, meio homem e meio cavalo, o qual foi batizado como Centauro ou Kentauros, que depois daria origem a uma descendência assim caracterizada. Destes seres, apenas Quíron e Folo fogem ao estereótipo colérico de seus semelhantes. O primeiro foi fruto da união entre Cronos e Filira, filha do Oceano; o segundo provinha do relacionamento entre Sileno e a ninfa Melos. Portanto, nenhum dos dois era descendente de Ixion, resguardando-se assim de sua truculência.Quiron foi celebrizado pela sua dedicação à arte de curar. Ele era extremamente devotado à Humanidade, à prática do bem e da justiça. Alguns estudiosos afirmam que sua mãe se desgostou tanto por ter produzido uma criatura aparentemente monstruosa, que teria implorado aos deuses que a mantivessem à distância dessa provação, sendo assim convertida em tília, uma árvore que produz folhas e flores medicinais. Outros insistem que a figura materna teria permanecido ao lado de seu filho em uma caverna, assessorando-o na formação de diversos jovens guerreiros. Ao crescer, Quiron teria acompanhado a deusa Diana em suas aventuras de caça. Assim ele teria conquistado o domínio de várias disciplinas, entre elas a botânica, astronomia, medicina e cirurgia. Ele se tornaria hábil na Medicina, transferindo depois suas técnicas a vários heróis gregos. Amigo de Hércules, ele foi acidentalmente atingido pelo companheiro, o que gerou um ferimento incurável. Desesperado com a dor, ele implora para se tornar um mortal, presenteando Prometeu com sua imortalidade. Mas é imortalizado de outra maneira, pois Zeus, em sua homenagem, o representa na esfera celestial com a Constelação de Sagitário. Outro centauro morto sem querer por Hércules foi Folo, seu grande amigo. Ao receber uma visita do herói, ele se alegra tanto que decide abrir uma garrafa de vinho para comemorar. Outros centauros, atraídos pelo aroma da bebida, invadem a casa onde eles se encontram e são alvejados pelo guerreiro que, em sua ânsia de vencê-los, acerta acidentalmente Folo, que não resiste e morre. Os centauros são conhecidos também por sua famosa participação no confronto com os Lápitas. O monarca de Pisa, Enomau, teria convidado alguns destes seres para o matrimônio de sua filha, a quem o pai destinara ao adversário que o vencesse em uma corrida de carros. Após eliminar vários de seus rivais, ele foi enganado por Piritos, que finalmente derrotou o sogro depois de Mirtilo, o cocheiro, ter arruinado as rodas do carro do rei. Durante a festa, o centauro Erítion bebe em demasia, tenta violar a noiva, no que é imitado por seus companheiros, dando início a uma terrível luta contra os homens. Os centauros remanescentes fogem então da Tessália. Muitos escritores da Antiguidade narraram este episódio sob a forma de poesia épica; vários artistas o retrataram em obras de arte concebidas para adornar os templos gregos. Fontes: http://www.brasilescola.com/mitologia/centauros.htm Quíron (em grego: Χείρων, transl. Kheíron, "mão"[1]), na mitologia grega, era um centauro, considerado superior por seus próprios pares. Ao contrário do resto dos centauros que, como os sátiros, eram notórios por serem bebedores contumazes e indisciplinados, delinqüentes sem cultura e propensos à violência quando ébrios, Quíron era inteligente, civilizado e bondoso,[2] e célebre por seu conhecimento e habilidade com a medicina. De acordo com um mito arcaico[3] foi criado por Cronos (Saturno, para os romanos), que, depois de ter assumido a forma de um cavalo para se esconder de sua esposa, Réia, engravidou a ninfa Filira.[4] A linhagem de Quíron também era diferente dos outros centauros, que eram filhos do Sol e das nuvens de chuva; os gregos do período clássico consideravam-nos frutos da união entre o rei Ixíon, atado permanentemente a um disco de fogo no Tártaro, e Nefele ("nuvem"), que Zeus teria criado à forma e semelhança de Hera. Abandonado, Quíron foi encontrado por Apolo, que o criou como pai adotivo e lhe ensinou todos os seus conhecimentos: artes, música, poesia, ética, filosofia, artes divinatórias e profecias, terapias curativas e ciência. Tradicionalmente habitava o Monte Pélion. Ali se casou com Cariclo, também uma ninfa, que lhe deu três filhas: Hipe (Melanipe ou Euípe), Endeis e Ocírroe, além de um filho, Caristo. Grande curandeiro, astrólogo e um respeitado oráculo, Quíron era tido como o último dos centauros, e altamente reverenciado como professor e tutor. Entre seus pupilos estavam diversos heróis, como Asclépio, Aristeu, Ajax, Enéas, Actéon, Ceneu, Teseu, Aquiles, Jasão, Peleu, Télamon, Héracles, Oileu, Fênix e, em algumas versões do mito, Dioniso. Sua nobreza também se reflete na história que narra sua morte: Quíron teria sacrificado sua vida, permitindo assim que a humanidade obtivesse o uso do fogo. Isto ocorreu durante a visita de Héracles à caverna de Folo, no Monte Pélion, na Tessália, enquanto visitava seu amigo, durante o quarto de seus doze trabalhos, no qual derrotou o Javali de Erimanto. Enquanto estavam fazendo uma refeição, Héracles pediu vinho, para acompanhar a comida. Folo, que comia sua comida crua, estranhou. Ele havia recebido do deus Dioniso uma jarra de um vinho sagrado anteriormente, que deveria ser conservado para o resto dos centauros até que fosse a hora certa de ser aberto. Diante do pedido de Héracles, Folo sentiu-se constrangido a oferecer o vinho santo. O herói o agarrou de suas mãos e o abriu, deixando que seus vapores e aromas saíssem da garrafa e intoxicassem os centauros, liderados por Nesso, que estavam reunidos do lado de fora da caverna e passaram imediatamente a arremessar pedras e galhos. Héracles disparou diversas flechas envenenadas contra eles, para afastá-los. Uma delas atingiu Quíron na coxa. Já Folo saiu do fundo da caverna, onde havia se refugiado, para observar a destruição, e, ao puxar uma das flechas do corpo de um dos centauros, perguntou-se como podia uma coisa tão pequena causar tanta morte e destruição. Ao dizer isso, deixou a flecha cair de sua mão sobre o seu casco, o que o matou instantaneamente. A flecha não matou Quíron, pois, sendo filho de um titã, era imortal, porém provocou-lhe dores terríveis e incessantes. Coube assim a Héracles fazer um acordo com Zeus, trocando a imortalidade de Quíron pela vida de Prometeu, que roubara o fogo dos deuses e o dera aos homens e, por isso, fora condenado a padecer eternamente, amarrado a um rochedo enquanto um pássaro devorava seu fígado, que voltava a crescer no dia seguinte. Zeus, que afirmara que só o libertaria se um imortal abrisse mão de sua imortalidade e fosse para o Hades, o reino dos mortos, em seu lugar, concordou, liberando Quíron de seu sofrimento, para morrer tranquilamente. O deus o homenageou, colocando-o no céu como a constelação que chamamos de Sagitário (do latim sagitta, "flecha"). Quíron salvou a vida de Peleu quando Acasto tentou matá-lo, roubando sua espada e deixando-o dentro de uma mata, para ser morto pelos centauros. Quíron teria retornado a espada a Peleu. Algumas fontes especulam que Quíron seria originalmente um deus exclusivo da Tessália, posteriormente absorvido pelo panteão grego na forma de um centauro. Discípulos de Quíron:
Referências: 1. Compare com os dáctilos, "dedos", antigos mestras da arte da metalurgia e curandeiros mágicos. 2. Homero, Ilíada xi.831. 3. Uma citação da Titanomaquia, obra já perdida, fornecida como scholium à Argonáutica de Apolônio de Rodes, I.554 (citação online); A Bibliotheke, de Pseudo-Apolodoro (1. 8 - 9) também pode ter se inspirado na mesma fonte. 4. Bibliotheke 1.2.4. | |
22.14.07.4 - LENDAS ATENIENSES: | |
22.14.07.04.01 - Fundação de Atenas:Cécrope (em grego, Κέκρωψ, Kékrōps) foi um rei mítico de Atenas. O nome não é de origem grega, de acordo com Estrabão, ou pode significar "um cara com rabo ': diz-se que, nascido da própria terra, teve a sua metade superior em forma de homem e metade inferior em serpente ou peixes em forma de cauda. Ele foi o fundador e o primeiro rei de Atenas, embora precedido na região, a terra-nascido Acteu rei da Ática. Cécrope foi um herói da cultura, o ensino do casamento atenienses, leitura e escrita, e enterro cerimonial. Durante seu reinado, Atena se tornou a padroeira da cidade de Atenas, em uma competição com Poseidon, que Cécrope julgado. Eles concordaram que cada um daria aos atenienses um dom, e Cécrope iria escolher a prenda que preferiam. Poseidon bateu na rocha da Acrópole, com seu tridente e uma mola saltou acima, a água era salgada e pensei que não era muito útil, enquanto que Atena feriu a rocha com a sua lança e uma oliveira surgiram. Cécrope julgado da oliveira a ser o dom superior, para a oliveira trazida de madeira, petróleo e dos alimentos e, conseqüentemente, Athena aceite como seu patrono. Poseidon, em uma rara demonstração de magnanimidade, decidiu conceder o seu dom não obstante, apesar de sua natureza foi inicialmente mal: era a intenção de representar o poder do mar, que Atenas foi gloriosamente a exercer no futuro. A Acrópole era também conhecido como Cecropia em sua honra. Cécrope eu era o pai de três filhas: Herse, Pandroso e Aglauros. Para eles foi dada uma caixa ou frasco contendo o infante Erictônio guarda invisível. Olharam, e aterrorizados pelas duas serpentes Athena tinha fixado prazo para guarda da criança, eles fugiram em terror e da acrópole de suas mortes. Alguns relatos dizem que uma das irmãs foi transformada em pedra. Aparentemente Cécrope Aglauros casado, a filha de Acteu (antigo rei da região). Não se sabe se essa mulher era a mãe do filho de Cécrope Erisictão. Erisictão morreu antes dele, e ele foi sucedido por Cranau. 22.14.07.04.02 - Pandion: Na mitologia grega, Pandion I (Πανδίων Α ") foi um rei lendário de Atenas, filho e herdeiro Erichthonius de Atenas e de sua esposa, a náiade Praxitéia. Ele se casou com uma Náiade, Zeuxippe, e tiveram quatro filhos, Erecteu, Butes, Procne e Philomela. Sua regra era normal. Ele travou uma guerra com Lábdaco, o rei de Tebas, ao longo das fronteiras, e se casou com sua filha para Procne Tereus em troca de ajuda no combate. De acordo com Apolodoro, foi durante o reinado de Pandíon de que os deuses Deméter e Dionísio veio a Ática. Em sua morte, deu a regra de Atenas de Erecteu, mas o sacerdócio de Poseidon e Atena para Butes. 22.14.07.04.03 - Ereteu: Ereteu (Ἐρεχθεύς) na mitologia grega, era o nome de um rei arcaico de Atenas (sexto rei), a re-fundador da polis e um duplo em Atenas para Poseidon, como "Poseidon Erechtheus". A Erechtheus mítica e uma Erechtheus dada uma genealogia humana e definir em um contexto de historiar-se eles nunca foram realmente distingue-se por atenienses, foram harmonizadas como um perdido em Erechtheus Eurípedes a tragédia, (423/22 aC). O Erichthonius nome é transportada por um filho de Ereteu, mas Plutarco confundiu os dois nomes no mito da geração dos Erechtheus. Atenienses se consideravam Erechtheidai, os "filhos de Erecteu." Na Ilíada de Homero (2. 547-48), ele é o filho de "grão-dando Terra", criados por Athena. A terra-nascido filho foi gerado por Hefesto, cujo sémen Atena limpou de sua coxa com um filete de lã elenco para a Terra, Gaia, através da qual foi feita grávida. Na disputa pelo patronship de Atenas, entre Poseidon e Athena, a mola de sal na Acrópole, onde atingiu o tridente de Poseidon era conhecido como o mar de Ereteu. 22.14.07.04.04 - Egeu: Na mitologia grega, Egeu era filho de Pandion II, pai de Teseu e rei de Atenas. Em algumas versões, ele não é o pai de Teseu, que seria filho de Poseidon. Teseu estava em Trezena quando Medéia veio para Atenas e se casou com Egeu. Medéia tentou assassinar Teseu, mas sua tramóia foi descoberta, e ela fugiu. Egeu assassinou o filho do Rei Minos, de Creta. Por causa disso, Atenas teve que pagar, em tributo, sete casais a cada nove anos, para serem comidos pelo Minotauro. Egeu pede a Teseu que vá matar o Minotauro. Combinou com seu filho que ele fosse com as velas negras e, caso voltasse vivo, erguesse as velas brancas. Se morresse, a tripulação levaria o corpo com as velas negras erguidas. Teseu vai a Creta e mata o Minotauro, mas, na volta, cheio de felicidade por ter derrotado o monstro, ele deixa as velas negras, e Egeu, achando que Teseu tinha morrido, se mata, jogando-se no mar que passou a se chamar Mar Egeu. 22.14.07.04.05 - Niso: Na mitologia grega, Niso, um dos filhos de Pandião II de Atenas, irmão de Egeu, foi um rei de Mégara, reinava em Nisa, cidade vizinha à Atenas. Ele foi traído pela filha, Sila (Cila), que se apaixonou pelo seu maior inimigo, Minos. A sorte de Niso dependia de uma mecha de cabelo de cor púrpura que foi cortada por Cila, durante o sono. Mimos apesar de ter aproveitado do ato, não aceitou a traidora como aliada, expulsando-a de sua presença a mulher pérfida. 22.14.07.04.06 - Teseu: Teseu (em grego: Θησεύς) foi, na mitologia grega, um grande herói ateniense. Seu nome significa "o homem forte por excelência". O nascimento de Teseu: Segundo as lendas cretenses, Teseu era filho de Egeu, que era rei de Atenas e filho de Pandíon e Pília, e de Etra, que era filha do sábio Piteu, que era rei de Trezena, lugar onde ele nasceu. Egeu, descendente de Erictônio, reinava em Atenas e não tinha descendentes, embora tentasse com suas várias esposas. Tinha no entanto 50 sobrinhos, os palântidas (filhos de um irmão chamado Palas), que esperavam pacientemente sua morte para dividir a Ática entre si. Egeu resolve consultar um oráculo, que o aconselhou: - "Não desate a boca do odre antes de atingir o ponto mais alto da cidade de Atenas". Egeu, que não consegue decifrar o oráculo, resolve voltar para Atenas, seu reino. Na volta dessa viagem, resolve parar em Trezena, onde reinava Piteu, filho de Pélops e Hipodâmia, dotado de poderes divinatórios e grande sábio. Egeu confessou ao amigo que não entendera nada, mas Piteu entendeu tudo. Ele tinha uma bela filha, Etra e, depois de embebedar Egeu com vinho, fez a moça se unir a ele. Em algumas versões da lenda o deus Poseídon, apaixonado por Etra, também se unira a ela antes, nessa mesma noite. Etra engravidou, de Poseidon. Antes de conhecer o filho, Egeu teve de voltar a Atenas, pois a situação estava um pouco instável devido à ambição dos sobrinhos. Por esse motivo, inclusive, o rei pediu a Etra que, se ela desse à luz um menino, só revelasse ao filho quem era seu pai quando ele tivesse forças para pegar a espada e as sandálias que ele escondera sob uma enorme pedra. Depois disso devia ir em segredo até Atenas, portando a espada de seu pai e calçando suas sandálias, pois os ambiciosos palântidas eram capazes de matá-lo. Nasceu um menino, que cresceu vigoroso e forte como um herói. Aos dezesseis anos seu vigor físico era tão impressionante que Etra decidiu contar-lhe quem era o pai e o que se esperava dele. Teseu ergueu então a enorme pedra antes movida por Egeu, recuperou a espada e as sandálias do pai, e dirigiu-se para Atenas. A chegada de Teseu: Em sua viagem, chegou a Epiadouro, onde encontrou Perifetes, filho de Hefesto e de Anticléia. Perifetes, assim como seu pai, era coxo e usava sua muleta como clava para matar os peregrinos que estavam indo para epiadouro. Teseu Matou-o com a sua própria muleta/clava e guardou-a como lembrança de sua primeira vitória. Teseu passou por várias outras batalhas, entre elas, batalhou uma vez com Sínis, gigante filho de Poseidon, que amarrava seus inimigos em um pinheiro e os arremessava contra rochas, envergando o mesmo até o chão. Teseu fez o mesmo com sínis, e prosseguiu em sua viagem. Egeu reconheceu seu filho ao ver a espada e as sandálias e anunciou a todos que Teseu era seu filho e herdeiro. Teseu em Atenas: Quando Teseu chegou em Atenas já era conhecido pelos seus feitos, mas o rei Egeu não sabia que ele era seu filho. Medéia já estava instalada no palácio real depois de fugir de Corinto após o assassinato de 4 pessoas, inclusive seus dois filhos. Medéia sabia da identidade do herói, mas não contou a Egeu e sim convenceu-o a matar o forasteiro que poderia ser uma ameaça ao seu reinado. Colocou veneno no vinho e ofereceu ao visitante ilustre. Teseu tirou a espada para seu conforto à mesa e Egeu o reconheceu, evitando assim a sua morte. Medéia mais uma vez foi expulsa de um reino, só que desta vez voltou para a Cólquida. Variantes do mito contam que Medéia mandou seu enteado na missão de capturar um touro bravo que vivia perto de Atenas, na planície de Maratona. Este touro seria o de Creta, do 7º trabalho de Héracles. Depois de morto o touro, foi feito um sacrifício para Apolo e, quando Teseu sacou da espada foi reconhecido pelo pai. Na véspera da caçada uma senhora hospedou Teseu em sua humilde casa e prometeu um sacrifício para Zeus se ele voltasse vivo e vitorioso. Quando voltou para ver sua anfitriã que chamava-se Hécale, Teseu encontrou-a morta e instituiu um culto a Zeus Hecalésio para sua honra. Antes de virar rei nosso herói precisou enfrentar a sua própria fúria animal na forma de um touro. Este mesmo touro foi o responsável pelo encontro de Teseu com Ariadne, e veremos que pode ter sido o início de sua derrocada. Ao tomar conhecimento que seus primos, os cinqüenta Palântidas, queriam tirar o trono de seu pai, Teseu resolveu acabar com eles. Os primos se dividiram para fazer uma emboscada, mas não adiantou muito, pois Teseu foi avisado pelo arauto chamado Leos. Conta-se que depois da 'limpeza familiar' Teseu teve de se exilar por um ano em Trezena. Teseu e o Minotauro de Creta: Para combater o touro de Creta, foi enviado anteriormente por Egeu, o jovem Androgeu que era filho de Minos e sua esposa Pasífae, reis de Creta.Dizem que o motivo foi a inveja pelo desempenho do jovem nos jogos de Atenas. Como o jovem pereceu tentando matar o touro, seu pai Minos resolveu fazer uma guerra contra Atenas, da qual saiu vencedor. Uma variante do mito dá a morte de Androgeu por motivos políticos, pois este teria se unido aos Palântidas que eram inimigos de Egeu. Minos rumou para Mégara com sua poderosa esquadra e logo partiu para cercar Atenas. Durante a guerra uma peste enviada por Zeus contra os atenienses provocou a derrota de Egeu, o que levou o rei Minos a cobrar uma taxa a cada nove anos. A taxa foi em forma de 7 rapazes e 7 moças atenienses enviados para Creta, onde seriam colocados no labirinto para serem devorados pelo seu filho monstruoso, o Minotauro. Na terceira remessa de jovens, Teseu estava presente e resolveu intervir no problema. Entrou no lugar de um jovem e partiu para Creta para entrar no Labirinto. Na partida usou velas pretas para navegar e seu pai entregou-lhe um jogo de velas brancas, para usar caso saísse vitorioso na missão. Com efeito, a linda Ariadne, filha do poderoso Minos, apaixonou-se por Teseu e combinou com ele um meio de encontrar a saída do terrível labirinto. Um meio bastante simples: apenas um novelo de lã. Ariadne ficaria à entrada do palácio, segurando o novelo que Teseu iria desenrolando a medida que fosse avançando pelo labirinto. Para voltar ao ponto de partida, teria, apenas, que ir seguindo o fio que Ariadne seguraria firmemente. Teseu avançou e matou o monstro com um só golpe na cabeça. ![]() A volta e a queda de teseu: No caminho de volta pára na ilha de Naxos e de lá zarpa deixando Ariadne dormindo. Esta é a versão mais conhecida e numa outra é Dionísio que pede para Teseu deixar a jovem lá. Como presente de núpcias para Ariadne, Dioniso lhe deu um diadema de ouro cinzelado feito por Hefesto. Este diadema foi mais tarde transformado em constelação. Dioniso e Ariadne tiveram quatro filhos: Toas, Estáfilo, Enópion e Pepareto. Em outra variante, Teseu abandona Ariadne porque amava Egle filha de Panopleu. Em uma quarta variante leva Ariadne para a praia da ilha para amenizar seu enjôo. Um vento muito forte deixa o navio a deriva e quando ele consegue voltar encontra a princesa morta. A próxima escala foi na ilha de Delos, onde consagrou uma estátua de Afrodite, presente de Ariadne. Depois ele e seus companheiros realizaram uma dança circular que se tornou um rito na ilha de Apolo e foi executado por muito tempo. Ao se aproximar de Atenas, Teseu esqueceu de trocar as velas negras pelas velas brancas e seu pai quando avistou o navio achou que ele havia morrido na empreitada, atirando-se do penhasco e precipitando-se no mar, que então passou a levar o seu nome. Subindo ao trono, Teseu organizou um governo em bases democráticas, reunindo os habitantes da Ática, fazendo leis sábias e úteis para o povo. Vendo que tudo corria bem e os atenienses estavam felizes, Teseu mais uma vez se ausentou em busca das aventuras que tanto apreciava. Teseu liderou uma luta contra as Amazonas e suas origens são contadas com alguma diferença. Numa das versões lutou junto com Héracles e recebeu como prêmio a Amazona Antíope e teve com ela um filho chamando Hipólito. Em outra versão Teseu foi sozinho a terra das Amazonas e raptou Antíope. Então as Amazonas invadiram a Ática para vingar o rapto. Numa terceira variante, as Amazonas invadiram Atenas, pois Teseu tinha abandonado Antíope para se casar com a irmã de Ariadne, Fedra. De qualquer maneira para comemorar a vitória sobre as Amazonas os atenienses instituíram as festas chamadas Boedrômias. Em uma de suas aventuras com Pirítoo resolveu raptar Helena ainda uma criança e logo em seguida ir ao Hades raptar Perséfone. Este fato foi estimulado porque as duas eram de descendência divina. Resolveram que Helena seria esposa de Teseu e Perséfone de Pirítoo. Os heróis foram a Esparta e raptaram Helena de dentro de templo de Ártemis, mas não contavam que os irmãos da jovem, Castor e Pólux, fossem atrás da irmã. Teseu levou Helena para Afidna para ficar sob os cuidados de sua mãe Etra e foram ao Hades raptar Perséfone. Durante esta aventura Castor e Pólux conseguiram resgatar a sua irmã. Este resgate foi facilitado por Academo que revelou o esconderijo da princesa. No Hades foram convidados pelo seu rei para sentarem e comerem, com isso ficaram presos nos assentos infernais. Quando Héracles foi ao inferno libertá-los, somente lhe foi permitido levar Teseu, ficando Pirítoo (PIRITÓ) preso na 'cadeira do esquecimento'. Quando Teseu retornou para Atenas encontrou a cidade transtornada e transformada. Cansado de tanta luta e do trabalho administrativo enviou seus filhos para Eubéia, onde reinava Elefenor (enganar com promessas) e resolveu morar na ilha do Ciros. Licomedes (o que age como lobo), o rei da ilha de Ciros sentindo-se ameaçado, resolveu matar o herói, jogando-o de um penhasco. Mesmo depois de sua morte, o eidolon (alma sem o corpo) de Teseu ajudou os atenienses durante a batalha de Maratona, em 480 a.C., afugentando os persas. Depois de sua morte, porém, os atenienses, arrependidos, foram a Ciros buscar suas cinzas e ergueram-lhe um templo magnífico. Esta fábula, que tem sido objeto de investigações dos historiadores, parece indicar que Atenas, durante muito tempo, esteve dominada pelos reis de Creta, que lhe exigiam pesados tributos. O episódio de Teseu e do Minotauro deve indicar uma revolução que libertou os atenienses. Escavações realizadas na ilha de Creta, no início do século, revelaram a existência de um grande palácio provido de imensos corredores que lembravam um labirinto. Por outro lado, afirmam os especialistas que existem elementos que permitem dizer que os reis de Creta usavam, em certas festas e cerimônias religiosas, máscaras representando cabeças de touros. 22.14.07.04.07 - Piritó: Piritó filho de Oxion, rei de Lápidas, célebre por sua habilidade de manejar cavalos, como também pela guerra contra os centauros. Casou com Hipôdamia, filha de Adrasto, Rei de Argos, desde cedo se impressionou com as façanhas de Teseu, no qual a principio tentou desafiar, mas ficaram parceiros com grande e fiel amizade de um pelo outro, chegando ao ponto de juraram um pelo outro eterna e mútua proteção. Fiel amigo de Teseu, ajudou-o no Rapto de Helena. Cérbero atacou Piritó nas entranhas dos infernos estrangulando-o. Coube nesta epopéia infernal a intervenção de Teseu. Pirithous era o filho de Ixion e Dia e sua ligação com Hippodamia, filha de Butes, o jovem rei convidou os centauros de seus irmãos. Ambos os cônjuges estavam relacionados a eles. Era um grande casamento, com uma grande festa onde funcionou a comida e bebida. Os centauros ficou bêbado e tentou estupro e seqüestro convidados da noiva. O Lapita após uma sangrenta batalha os centauros foram capazes de reduzir e removê-los da Tessália. Todos os clientes do sexo masculino foram unidos contra os Centauros em uma violenta batalha. Entre eles estavam o lápitas parentes (Pirithous) que aderiram Teseu. A famosa batalha entre centauros e lápitas terminou com a vitória deste último. Essa lenda simboliza o triunfo da civilização sobre a barbárie. Teseu e Pirithous eram inseparáveis, e participou junto em façanhas militares de seu dia em Calydon caça ao javali, na expedição dos Argonautas, e assim por diante. Eles decidiram se casar com uma filha de Zeus, Teseu com Helena, que era uma criança, e Pirithous com Perséfone. Helena raptada primeiro lugar e deixou sob a custódia da Aethra, e então decidiu descer ao Hades em busca de Perséfone. O Dioscuri, irmãos de Helena, foi para libertar sua irmã. Quando Teseu e Pirithous tinha descido ao Hades, eles foram presos lá. Quando Heracles, em seu décimo segundo trabalho foi em busca de Cerberus, estando agora perto dos portões do inferno, encontrou-os acorrentados. Heracles tenderam a ver suas mãos para ele, como se eles seriam ressuscitados pelo poder dele. A Teseu, de mãos dadas, conseguiu levantá-lo, mas deixou Pirithous uma vez que, ao tentar subir, a terra tremeu, por isso ele ficou para sempre no Hades. Um dos dois frontões do templo de Zeus em Olímpia representou a luta entre lápitas e centauros nas bodas de Pirithous. 22.14.07.04.08 - Hipólito: Na mitologia grega, Hipólito era filho de Teseu e de Hipólita rainha das amazonas, que herdou da mãe o gosto pela caça e pelos exercicios violentos. Cultuava Artemis e menosprezava Afrodite. Ela, enciumada, vingou-se fazendo Fedra, segunda esposa de Teseu, apaixonar-se por ele. Rejeitada, Fedra acusou Hipólito de ter tentado violentá-la. Teseu pediu a Poseidon que castigasse Hipólito. O jovem conduzia seu carro junto ao mar quando, assustados por um monstro marinho, seus cavalos precipitaram-se pelas rochas causando-lhe a morte. Fedra suicidou-se de remorso e desespero após isso. Esta história virou uma tragédia escrita por Eurípedes em 428 a.C.. 22.14.07.04.09 - Fedra: ![]() Na mitologia, Fedra é a filha de Minos (rei de Creta) e Pasífae (filha de Helio, mãe do Minotauro), irmã de Ariadne, Deucalião e Catreu. Deucalião, rei de Creta, como sucessor do irmão mais velho Catreu, decide que ela se casará com Teseu (rei de Atenas), que, segundo algumas versões, já era casado com uma amazona (Antíopa, Hipólita), a quem aparentemente tinha raptado. No dia da boda entre Teseu e Fedra, irrompeu uma guerra com as Amazonas, e estas foram derrotadas. Antíopa e Teseu teriam tido um filho, Hipólito. O jovem era formoso e casto e Fedra apaixonou-se perdidamente por ele. Hipólito, devido á sua castidade e ao respeito pelo pai, rechaça Fedra. Fedra começa então a preocupar-se de que Teseu venha a ter conhecimento do seu amor secreto e acredita que Hipólito é capaz de contar-lhe tudo num ato de fidelidade e honestidade. Para evitar que isso acontecesse, Fedra levanta uma calúnia contra Hipólito, fazendo parecer que ele é que a ultrajara. Teseu, levado pela ira, manda desterrar o filho e pede a Poseidon a sua morte. Hipólito morre arrastado pelos seus cavalos. Fedra angustiada pela culpa, enforca-se. O trágico grego Eurípides encarregou-se de mostrar duas versões desta tragédia, da qual se conserva uma, que é a fonte mais conhecida do mito. 22.14.07.04.10 - Minos: Na mitologia grega, Minos (em grego: Μίνως) foi um rei da ilha de Creta semi-lendário, filho de Zeus e de Europa. A civilização minóica teve esse nome derivado de Minos. Ele teria nascido em cerca de 1445 a.C. e reinado de 1406 a.C. a 1204 a.C. (segundo a Crônica de Jerônimo de Stridon). Minos e os seus irmãos Radamanto e Sarpédon foram criados pelo rei Asterion, de Creta. Quando Asterion morreu, legou seu trono a Minos, que baniu Sarpédon e, de acordo com algumas fontes, também Radamanto. De sua esposa Pasífae, Minos foi o pai de Ariadne, de Androgeu, de Deucalião, de Fedra, de Glauco, de Catreu e de muitos outros. Pasífae teria sido também a mãe do Minotauro. Atribuem-lhe grande número de aventuras amorosas e costumam apontá-lo como o primeiro homem a praticar a pederastia. Ele foi morto pelas filhas do rei Cocalos da Sicília, quando perseguia Dédalo. De acordo com a mitologia, depois de morto, Minos desceu ao mundo subterrâneo onde se tornou um dos juizes dos mortos. No poema épico Inferno de Dante, Minos ouve as confissões dos mortos e designa-os a um círculo e subcírculo específico, de acordo com a falta mais grave relatada. Em parte devido ao fato de não ter sido decifrada a escrita minóica (linear A), não é certo se "Minos" é um nome ou se seria a palavra cretense para "rei". Estudiosos fazem notar a interessante semelhança entre "Minos" e os nomes de outros primeiros reis da antiguidade, como Menés – do Egito, Mannus – da Alemanha, Manu – da Índia etc. Segundo evidências ele pode ter existido e vivido por volta de 1.500 a.C. e unificado os Minóicos em um só governo, e construído a primeira armada minóica que foi destruida 30 anos depois pela erupção do vulcão Santorini. 22.14.07.04.11 - Pasifaé: Na mitologia grega, Pasífae, filha de Apolo e de Perseis, foi a mulher de Minos e mãe de Androgeu (ou Eurigies), Ariadne, Deucalião, Fedra, Glauco de Creta, Catreu e Acacalis. Como o marido Minos se recusou a sacrificar um enorme touro branco a Poseidon, este, por vingança, conseguiu convencer Afrodite a castigá-lo. Assim, a deusa do amor inspirou a Pasifae um amor irresistível por esse touro branco. Dédalo ajudou este amor monstruoso de Pasifae, fabricando para ela uma vaca de madeira tão perfeita que enganou o touro. Pasífae colocou-se no interior e dessa união nasceu um ser metade touro metade homem: o Minotauro. 22.14.07.04.12 - Dédalo e Ícaro: Na mitologia grega, Ícaro (em grego, Íkaros — em latim, Íkaros e em etrusco, Vicare) era o filho de Dédalo e é comumente conhecido pela sua tentativa de deixar Creta voando – tentativa frustrada em uma queda que culminou na sua morte. A tentativa de deixar Creta: ![]() O pai de Ícaro, Dédalo, um talentoso e remarcável artesão ateniense, tentou deixar o seu exílio na ilha de Creta, onde ele e o seu filho estavam presos nas mãos de Minos, o rei para o qual ele havia construído o Labirinto para confinar o minotauro (metade homem, metade touro). Dédalo, o artesão-chefe, estava exilado porque deu à filha de Minos, Ariadne, um novelo de linha de modo a ajudar Teseu, um inimigo de Minos, a sobreviver ao Labirinto e derrotar o minotauro. Dédalo confeccionou dois pares de asas, usando penas e cera, para ele mesmo e seu filho. Antes de deixarem aquela ilha, Dédalo avisou ao seu filho não voar tão rente ao sol,pois o calor derretiria a cera, nem tão rente ao mar, pois a umidade deixaria as asas mais pesadas levandoó a cair no mar. Graças à enorme liberdade que voar deu a Ícaro, este cruzou curiosamente o céu, mas durante o processo ele veio rente ao sol, que derreteu a cera. Ícaro se manteve batendo as asas mas logo acreditou que já não lhe sobrava qualquer pena daquelas e que ele estava batendo apenas os seus próprios braços. E assim, Ícaro caiu no mar na região que recebeu o nome dele – o mar Icário próximo a Icaria, uma ilha a sudoeste de Samos. Escritores helenísticos que deram sabedoria filosófica ao mito também preferiram mais realidade, na qual deixar Creta era então por água, provida por Pasífae, para que Dédalo criou os primeiros barcos, para Minos possuir galeras, e que Ícaro caiu a caminho da Sicília e se afogou. Hércules construiu um túmulo a ele. Outra versão: Icáro era filho de Dedálo e de uma escrava de Minos, Náucrate, por parte de seu pai Icáro descende do próprio Zeus, uma vez que Dedálo era filho de Alcipe, que era filha de Ares, que por sua vez era filho de Zeus e Hera.Dedálo, exilado por ter matado seu sobrinho Talo, refugiou-se em Tebas, junto ao rei Minos. Após o nascimento do Minotauro, fruto dos amores entre Pasífae e um touro divino (V. Minos), construiu o labirinto, no qual encerrou o monstro. Tempos depois, o minotauro foi morto por Teseu (V. Teseu e V. Minotauro). Após a morte do Minotauro, Dedálo foi preso, juntamente com seu filho, no labirinto. Então contruiu asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e asas de gaivota. Dessa forma consegiu fugir. Antes, porém, alertou ao filho que não voasse muito perto do sol, para que esse não pudesse derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, pois esse poderia deixar as asas mais pesadas. No entanto Icáro não ouviu os conselhos do pai e querendo realizar o sonho de voar proximo ao sol, acabou despencando e caindo no mar Egeu, enquanto seu pai, aos prantos, voava para a costa. Ao chegar a Sicília, foi acolhido na casa do Rei Cocálo. . 22.14.07.04.13 - Demofoon e Filis: Foi o décimo segundo dos reis legendários de Atenas. Ele era filho de Teseu e Fedra, irmão de Akamas. Ele participou na Guerra de Tróia ao lado Menestheus seu antecessor, e foi um dos guerreiros trancada no cavalo de tróia. Após a guerra, Agamenon foi o lançamento de sua avó Aethra, que foi mantido como escravo de Helen desde a guerra do Dioscuri contra Atenas. Ele herdou o trono de Atenas. Em sua viagem de retorno ancorada na Trácia perda de território Bisaltia. Phillies (Filis), filha do rei, se apaixonou por ele, e seu pai lhe deu em casamento a Demofom, o seu reino por um dote. Mas Demofom continuou seu caminho sem ter prometido voltar. Phillies (Filis) lhe deu um presente de um caixão, dizendo que ele continha um objeto sagrado para a Mãe dos Deuses, Rhea, e aconselhou-lhe para não abri-lo enquanto ele ainda tinha esperanças de voltar com ela. Mas o tempo passou e não voltou Demofom, Phillies (Filis) amaldiçoou e foi morto. Demofom, entretanto, abriu o caixão, e assustada, andava montado em seu cavalo e correu a galope: morreu ao cair em sua espada removido. Demofom Phillies (Filis) e teria tido vários filhos, como Oxintes, que sucedeu a seu pai. Seu nome também está relacionado ao de Hércules, durante sua fuga para escapar Euristeu (o rei da Argólida), que perseguiram, eles se refugiaram na Ática. Demofom recebido e, tendo colocado na Maratona, travaram uma batalha vitoriosa contra Euristeu, que precipitou a queda do rei. | |
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
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Desta ligação entre Ixion e a suposta Hera foi concebido um ser misto, meio homem e meio cavalo, o qual foi batizado como Centauro ou Kentauros, que depois daria origem a uma descendência assim caracterizada. Destes seres, apenas Quíron e Folo fogem ao estereótipo colérico de seus semelhantes. O primeiro foi fruto da união entre Cronos e Filira, filha do Oceano; o segundo provinha do relacionamento entre Sileno e a ninfa Melos. Portanto, nenhum dos dois era descendente de Ixion, resguardando-se assim de sua truculência.

Para combater o touro de Creta, foi enviado anteriormente por Egeu, o jovem Androgeu que era filho de Minos e sua esposa Pasífae, reis de Creta.


Icáro era filho de Dedálo e de uma escrava de Minos, Náucrate, por parte de seu pai Icáro descende do próprio Zeus, uma vez que Dedálo era filho de Alcipe, que era filha de Ares, que por sua vez era filho de Zeus e Hera.
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